terça-feira, 29 de março de 2011

18º Educar CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011





EDUCADOR / 18ª EDUCAR
CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011
“A EDUCAÇÃO TRANSFORMA OU REPRODUZ A SOCIEDADE?
Este será o tema principal do 18º EDUCADOR, Congresso Internacional de Educação que acontece entre 18 e 21 de maio, em São Paulo,com a presença de mais de 100 conferencistas, educadores e pensadores do Brasil e do exterior.
Destaques:
  • Considerado o maior evento de Educação da América Latina, em 2011, serão mais de 100 palestrantes nacionais e internacionais (16 convidados), 120 atividades programadas, entre elas palestras convencionais, mesas de debates
Maiores informações no site http://www.futuroeventos.com.br/

terça-feira, 22 de março de 2011

Encontro de Abertura dos Trabalhos Pedagógicos dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental do Recanto das Emas

                                                                               
    No dia 02 de março de 2011 realizamos o Encontro de Abertura dos trabalhos dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental do Recanto das Emas. Foi um momento muito elogiado pela maioria dos educadores presentes que tiveram também a oportunidade de apresentar suas críticas e sugestões para o aperfeiçoamento do nosso trabalho. Obrigado a todos que compartilharam conosco esse momento!!

    

    O evento contou com a participação dos alunos surdos da professora Míriam do Centro de ensino Fundamental 106, que apresentou o Hino Nacional Brasileiro por meio da Língua Brasileira de Sinais -
 LIBRA.
     A todos vocês mais uma vez o nosso MUITO OBRIGADO!!!!!

  
    
  Na ocasião tivemos a valiosa contribuição da professora  e doutoranda em educação Elisângela Teixeira Gomes Dias que nos fez um breve retrospecto da implantação do BIA no DF destacando seus avanços ao longo desses anos, bem como os aspectos que caracterizam a organização escolar em ciclos.



        
         O auditório do CEM 804 esteve lotado durante o evento.



     Professores, gestores, coordenadores e supervisores pedagógicos estiveram presentes ao evento.





       A professora Juliana - chefe do Núcleo de Monitoramento da Diretoria Regional de Ensino do Recanto das Emas - falou-nos sobre a importância de momentos como esse.




     
Obrigada, Elizângela por compartilhar conosco seus saberes!!






        A professora Vânia Mesquita foi a nossa mestre de cerimônias.




     A professora Edileuza Fernandes - diretora da Regional de Ensino do Recanto das Emas - proferiu as palavras de abertura do evento, destacando a importância do Bloco Inicial de Alfabetizção como política pública para a educação do Distrito Federal.






    A apresentação dos alunos do Centro de Ensino Fundamental 106 contou com a colaboração da coordenadora intermediária da Educação Inclusiva da Diretoria Regional de Ensino do Recanto das Emas, professora Helen Regina.
    





    Os profissionais da educação do Recanto das Emas compareceram ao evento também no turno vespertino.



   Contamos com a presença de articuladoras de Ceilândia.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cursos do GEEMPA


GEEMPA 2011
I e II Cursos Iniciais de Cinco Dias
Alfabetização Pós-Construtivista
Dias 17, 18, 19, 20 e 21 de março de 2011
Locais:
I Curso – Sede do GEEMPA: Rua Lopo Gonçalves, 511, Bairro Cidade Baixa, Porto Alegre
II Curso – Convento Monte Alverne: Rua São José, 584, São Leopoldo
O I Curso é destinado a alfabetizadores do Programa de Correção de Fluxo do Polo Rio Grande do Sul e Santa Catarina e dos Termo de Cooperação com municípios.
O II Curso é destinado a interessados por conta própria, mediante pré-inscrição e pagamento de taxas.
Terão preferência às vagas os que tiverem turma de 1º ano e possibilidade de pertencimento a grupo de estudos semanais ao longo do ano, com outros colegas alfabetizadores pós-construtivistas.
O II Curso no Convento Monte Alverne conta com um número restrito de hospedagens no local, com diárias de R$ 40,00 que inclui pernoite e refeição.
Após a confirmação da pré-inscrição os primeiros candidatos que demandam ocupação das vagas disponíveis para a hospedagem no local serão beneficiados.
Nova programação do Curso Inicial de cinco dias, para implementar uma proposta didática pós-construtivista baseada na sua psicogênese, a partir de aula-entrevista com professores.
Disciplinas da prática pós-construtivista
  • Psicogênese da alfabetização – uma rede de hipóteses no processo rumo à leitura e à escrita.
  • Interação social no aprender – as trocas com quem sabe mais, o mesmo, e menos, em uma turma com um núcleo comum de conhecimentos, a partir de eleição de líderes e organização de grupos áulicos.
  • Didáticas da alfabetização e da matemática – quem ensina, quem aprende, como se aprende e se ensina.
  • Pedagogia pós-construtivista – uma nova estética dos espaços ensinantes, com três tipos de aula: atividades culturais, aula-entrevista e aula coletiva (com contextualização semântica, com momentos diversificados por níveis, com jogos, com merenda pedagógica, com lição de casa).
Disciplinas dos fundamentos teóricos pós-construtivistas
  • Psicologia cognitiva: as teorias sobre o aprender – inatismo, empirismo, construtivismo e pós-construtivismo e macrogênese das aprendizagens – duplas, constelações, séries e redes.
  • Saúde e educação: medicalização em educação, desmistificando a desnutrição e as doenças inventadas (hiperatividade) e a não influência de doenças no aprender.
  • Aspectos antropológicos na didática pós-construtivista: relativismo e as diferenças; natureza x cultura.
  • Aspectos psicanalíticos das aprendizagens – o eu, os outros e o Outro; o real, o simbólico e o imaginário; ego, id e superego; inteligência, desejo e corpo.
  • Aspectos filosóficos do aprender – A verdade em questão; a obsolescência dos conhecimentos e as possibilidades de aprender.
Face às inovações na programação, principalmente a introdução de uma aula-entrevista com os participantes dos Cursos, serão aceitos professores que já freqüentaram formação desta natureza e estes terão também prioridade nas vagas.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

          Não percam o Encontro de Abertura dos Trabalhos do Bloco Inicial de Alfabetização, 4º ano e 4ª série para o ano letivo de 2011. Além da apresentação dos planos de trabalho das duas equipes, o evento contará com a presença da professora Elisângela Teixeira Gomes Dias que falará sobre a organização escolar em ciclos, assunto ainda carente de reflexões mais aprofundadas entre nossos educadores. A professora Elisângela é pedagoga, Psicopedagoga, Mestre em Psicologia Escolar e Doutoranda em Educação pela UnB. Professora da SEDF desde 1998, atuou como professora da Educação Infantil e dos Anos Iniciais, como pedagoga da Equipe de Atendimento/Apoio na DRE de Ceilândia e esteve como chefe do Núcleo de Anos Iniciais do Ensino Fundamental entre 2007 a março de 2010. Neste período, coordenou a implantação do Ensino Fundamental de 9 Anos em oito DREs e participou de comissões para  reformulação da Proposta Pedagógica da SEDF, Diretrizes de Avaliação, Currículo, entre outras. É integrante do Grupo de Avaliação e Organização do Trabalho Pedagoga - GEPA.
            Contamos com a presença de todos vocês!!!!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Reunião entre articuladoras do BIA, Regional de Ensino e diretores dos CRAs EC 803 e CEF 306



Foi realizada em 22/02 às 10h no CEF 306 a primeira reunião do ano letivo de 2011 entre as articuladoras do BIA, representantes da Diretoria Regional de Ensino do Recanto das Emas e os diretores dos Centros de Referência em Alfabetização EC 803 e CEF 306.
No encontro foram tratados assuntos que contribuirão para um trabalho de parceria entre essas instituições de ensino e a equipe que coordena os trabalhos dos BIA.


Agradecemos mais uma vez à professora Nilza e ao prof. Otávio pela receptividade. Esperamos retribuir trabalhando com dedicação e compromisso em prol da melhoria da aprendizagem de nossas crianças em período de alfabetização. Juntos a possibilidade de sucesso se agiganta.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

SOBRE AVALIAÇÃO...


O JOGO DO CONTRÁRIO EM AVALIAÇÃO
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005, p. 13. 

Observar um por um

“Como se dedicar intensamente a aluno por aluno no contexto de 35 a 40 estudantes falantes, barulhentos, curiosos, por vezes agressivos, desinteressados?
Muitas e muitas vezes, diante da impossibilidade de observar e cuidar de cada um, o olhar vagueia pelo todo, abarcando o grupo, na superfície do coletivo. Desiste-se do envolvimento com cada aluno, antevendo a dificuldade que representa.
O olhar avaliativo, então, permanece periférico, genérico, circunstancial. Destaca-se, por freqüência de episódios, o aluno que pergunta bastante, que participa das atividades, que conversa alto, que se agita na sala. Mas, de fato, não se sabe o que se viu, realmente – formas indefinidas a partir de observações esporádicas e impressões ocasionais. E se os estudantes falarem todo o tempo sobre o conteúdo da aula? E se a pergunta for mera repetição de sentido? Em meio a tantas dificuldades que os professores vêm enunciando em avaliação, será possível avançarmos? Por onde começar?
Meu convite é modesto. É miúdo e homeopático. Penso que se pode começar pequeno, pelo exercício de avaliar melhor alguns alunos, para ampliar essa ação com o sentimento de que pode ‘dar certo’.
O grande passo, na verdade, em termos de avaliação mediadora, é deixar de ver todos os alunos de uma sala de aula para pousar o olhar, sereno e tranqüilo, em cada um, porque o ‘todos’ é o maior fantasma da avaliação.
Há muito a fazer pela aprendizagem de todas as crianças por conta da massificação do ensino, da desvalorização e da falta de formação dos educadores. Na corrida desenfreada do instrucionismo, do dar conta dos conteúdos, das apostilas, dos inúmeros fazeres e dos compromissos nas escolas, os professores correm atrás do tempo e os estudantes correm atrás dos professores. As aprendizagens ficam para trás. Muitos alunos ficam esquecidos no meio do caminho.
Quem acompanha a quem? Fala-se muito em avaliação como acompanhamento e como investigação dos processos de aprendizagem, mas se investiga pouco ou quase nada. O professor chega onde quer ou onde a escola estabelece que deve chegar, sem ter como saber onde os alunos se encontram de fato, se aprenderam ou não até ali ...
[...] É preciso um olhar sereno, intenso e dedicado sobre histórias de vida dos alunos e de suas trajetórias individuais de aprendizagem no sentido essencial da mediação.
Em termos de práticas avaliativas, pretendo dizer que tudo o que se baseia no coletivo, na turma inteira, do que só vale, ‘se vale para todos’, deixa muitos alunos no anonimato: os objetivos que a maioria alcança, a tarefa que a maioria faz, o interesse que grande parte demonstra, o livro que quase todos leram. Ao contrário, o caminho da aprendizagem deveria ser sempre considerado único, singular, como a vida de cada um.
É preciso fazer o exercício de ‘aprender a olhar’ aluno por aluno, conhecendo seu espaço de vida, suas iniciativas, seu fazer de novo, seus afetos e desafetos, dissonâncias, seus piercings e tatuagens, o inusitado, tantas vezes.
Acredito que um por um, cada professor pode fazer sua diferença, deixando marcas positivas nos estudantes com quem interage. [...] pensar em cada aprendiz de uma sala de aula, acabando com os anonimatos, valorizando-os como sujeitos de sua própria história, assumindo o compromisso, como educadores, de otimizar tempos e oportunidades de aprender”.